[ JR ]

Oui, mes amis! Todo mundo fazendo biquinho e curtindo as canções simpáticas, românticas, bregas e divertidas da nova fitinha do LWB. Músicas francesas definitivamente estão entre as prediletas da casa, mas, apesar do prazer audível, confesso que foi bem difícil de fazer. Primeiro porque é um presente (smile) e segundo porque não conheço tanto de la musique française (que as bugmigaroomies poliglotas não me condenem pelo macarrônico). O link e a playlist vão logo na seqüência pra evitar mais tentativas.

Baixar (Via Mediafire)

Playlist
1. Francoise Hardy – Comment Te Dire Adieu
2. Françoise Hardy – Tous Les Garçons Et Les Fille
3. Serge Gainsbourg – La Chanson De Prévert
4. Richard Anthony – Donne-Moi Ma Chance
5. Edith Piaf – Johnny, Tu N’es Pas Un Ange
6. Françoise Hardy – Je Suis D’Acord
7. Serge Gainsbourg – La Femme Des Uns Sous Le Corps
8. Brigitte Bardot – La Madrague
9. Francis Cabrel – Je L’aime À Mourir
10. Marie Laforêt – Prenons Le Temps
11. Joe Dassin – Les Champs-Elysées
12. Coralie Clement – Ça Valait La Peine
13. Marie Laforet – Les Vendanges De L’amour
14. France Gall – Poupée de Cire, Poupée De Son
15. Christophe – Les Marionettes
16. Brigitte Bardot – Do Yo Doo St Tropez
17. Rika Zarai – Casatchok
18. Sylvie Vartan – La Plus Belle Pour Aller Danser
19. Carla Bruni – La Dernière Minute
20. Serge Gainsbourg – L’anamour
21. Francis Cabrel – Je T’Aimais, Je J’Aime Et Je T’Aimerai
22. Joe Dassin – Et Si Tu N’Existais Pas
23. Dalida & Alain Delon – Paroles
24. Charles Aznavour – Que Cést Triste Venice
25. Francis Lemarque – Julie La Rousse
26. Yves Montand – Sous Le Ciel De Paris
27. Brigitte Bardot – Je Danse Donc Je Suis

[ DV ]

Meu primeiro contato com Fazendo Filmes, o livro de Sidney Lumet, foi em 2004, quando estudava audiovisual em Salamanca e paguei uma cadeira de Guión Cinematografico. Naquela época, Élbia, a professora, passou uma xerox do segundo capítulo do livro que trazia a pergunta fundamental: “os escritores são necessários?”. Li o texto para uma aula e lembro que achei interessante, mas não me acrescentou muito porque meu espanhol ainda era fraco e tive dificuldade para entender os detalhes.

Apesar de o lançamento do livro nos EUA ter sido em 1995 e eu só ter ouvido falar dele em 2004, somente mês passado, revendo meu material da Espanha, me interessei de novo pelo livro. Fui à livraria e encomendei. Recomendo a qualquer pessoa.

Se você quer trabalhar com cinema, leia. Se é um curioso e quer saber mais sobre os bastidores, leia. Se já trabalha como diretor ou roteirista ou diretor de arte, leia. Não é que seja uma obra-prima, nem que vá mudar a vida de ninguém, mas Fazendo Filmes é uma narrativa simples que conta os detalhes do dia-a-dia de uma produção cinematográfica, desde a idéia inicial do roteiro até a distribuição. E é interessantíssimo.

Sidney Lumet é diretor de filmes como Doze Homens e Uma Sentença, Assassinato no Expresso Oriente, Rede de Intrigas e Um Longo Dia de Viagem Dentro da Noite, pra ficar em alguns. Trabalhou com Al Pacino, Katherine Hepburn, Marlon Brando, Henry Fonda, Vanessa Redgrave, Ingrid Bergman. Digo isso para que, quem leia, possa tirar as suas próprias conclusões sobre a experiência de Lumet como diretor.

Fazendo Filmes é essencialmente um diário em que Sidney Lumet registra suas impressões sobre cada pequeno aspecto do filme, cada reação dos atores, cada decisão que ele mesmo precisou tomar.

Quem se interessou, pode comprar aqui.

[ JR ]

A Taschen está para lançar daqui a uns meses um livro chamado Guidelines for Online Success. Além de bem acabado e lindo como a maioria dos livros da editora, este pode vir a ser o mais novo livro de cabeceira de web designers, desenvolvedores e curiosos.

Editado pelo criador do Favourite Website Awards, Rob Ford, e pelo design gráfico brasileiro, Julius Wiedemann, Guidelines for Online Success promete trazer explicações claras sobre o que fazer e o que não fazer em um site, exemplos de páginas premiadas e os melhores trabalhos disponíveis na web.

E aproveitando que estou falando sobre a Tashen, um presentinho para os visitantes mais safadinhos do livingwithbugs: The Big Pênis Book! Para aqueles que não apreciam o tema, vale pelo bizarro (ou pela comparação). Para ver mais, clique aqui.

[ JR ]

Essa semana é dos saudosos e dos indies. Tem Festival da Seresta e Hits4U.
Yep!! I’m in. Confere:

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// Festival da Seresta
Estilo: Música romântica | Onde: Marco Zero | Hora: 20h / Quanto: Free

Quarta-feira – Noite da Jovem Guarda
Tânia Santos, Mozart, Wanderléa, Renato e Seus Blue Caps e Reginaldo Rossi.

Quinta-feira – Noite do Bolero
Mevinha Queiroga, Leonardo, Angela Maria, Agnaldo Timóteo e Adilson Ramos.

Sexta-feira – Noite do Samba
Arthur Philipe, Nadja Maria, Roberto Silva, Pery Robeiro, Antônio Carlos & Jocáfi e Alcione.

Sábado – Noite das Mães
Roberto Júnior, Augusto César, Altemar Dutra Jr, Nílton Cesar e Fagner.

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// Hits4U
Estilo: Dançar | Quando: Sábado (10) | Hora: 22h | Onde: Francis Drinks (Av. Alfredo Lisboa, Recife Antigo) | Quanto: R$ 5 antes e R$ 7 na hora

Dj Viviane Menezes
Dj Bränq
Dj Breno Soares
DJ Pepe Jordão

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[ DV ]

Perdido pelos feeds atrasados, encontrei um comentário interessante de Billie Holiday sobre seu próprio estilo de interpretar. Descrição e analogia perfeitas. Apois, então, além de ser uma boa desculpa pra postar uma música, acho que a citação vale tanto para deleite de quem já gosta quanto para despertar a curiosidade de quem nunca ouviu. Segue:

Não acho que estou cantando. Sinto-me como se estivesse tocando trompete. Procuro improvisar como Les Young, como Louis Armstrong ou alguém que admiro. O que vem é o que sinto. Na realidade, detesto cantar por cantar. Tenho de adaptar a melodia ao meu próprio modo de cantar. É tudo o que sei“.
(Billie Holiday) (Fonte: JazzMan!)

MP3
Billie Holiday – The Very Thought Of You

[ DV ]

Os filmes com algo de irlandês em geral se limitam a mostrar aquela boa e velha narrativa sobre o IRA. Outros vão um pouco mais além do óbvio-1 e caem no óbvio-2: Colin Farrel tão másculo e grosseiro, caprichando no sotaque típico de Dublin.

Para quem se satisfaz com a idéia de que duendes e leprechauns são a identidade oficial da Irlanda, o filme Garage cai como uma luva apertada. É um filminho meio sem jeito e corajoso porque trata de um dos temas mais deprimentes e talvez menos comerciais da Irlanda no momento. Mostra o lado rural da Irlanda que vem perdendo rapidamente a sua identidade nesses tempos de Celtic Tiger. Por enquanto quase todo o dinheiro que invadiu o país na última década está lá pelas bandas de Dublin. E esse filme mostra bem o sentimento de abandono que existe nas áreas rurais do país.


Josie é o personagem principal, que vive toda a sua vida praticamente isolado em um povoado minúsculo, sendo o único responsável pelo “posto de gasolina”, que ironicamente nomeia o filme. A ação é lenta e mostra como é delicada a relação do personagem com sua condição de zé-ninguém: a ingenuidade e irrelevância da sua vida, o vínculo com a natureza, a falta de esperança, o relacionamento com os moradores do povoado. O filme é quase um documentário sem narrador; as situações são tão possíveis e irlandesas que às vezes dá um nozinho na barriga.

O sotaque irlandês não é muito convidativo, então valeria a pena buscar uma versão com legenda. A curiosidade é que o ator Pat Shortt (Josie) é um dos maiores comediantes da Irlanda e por isso talvez o filme tenha sido classificado como comédia. Com a história se passando no verão, dá até pra tapear a audiência com essa mentirinha de comédia. Ficamos aqui à espera de que algum diretor tenha a coragem de gravar um filme que se passe no inverno irlandês. Então eu direi, das duas uma: não assista, ou não planeje férias para cá.

[ QS ]